sábado, 14 de dezembro de 2019

14/12/2019_Resumo sobre Educação sexual nas escolas




                                             EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS

Segundo pesquisadora Menos de 20% das escolas públicas brasileiras têm educação sexual ampla e contínua no Ensino Fundamental.
Sabe-se das inúmeras em implementação da educação sexual no sistema de ensino brasileiro, mas, para a especialista, existe um que está na base da maioria deles : “ é achar que, se falar sobre sexo com as crianças e os adolescentes, eles vão querer fazer sexo’’. Mary Neide Figueiró enfatiza que: “Estudos feitos no Brasil e no exterior comprovam que crianças e adolescentes que têm uma boa educação sexual em casa e, sobretudo, na escola vão deixar para iniciar sua vida sexual mais tarde em comparação aos que não têm, e isso ocorre porque eles passam a entender a seriedade que é iniciar a vida sexual”.
Segundo constatação de Joana Viana de Barros, doutora em memória social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro ( UniRio ) e professora de Ciências do ensino público municipal carioca, analisou o discurso sobre a questão do sexo em 25 livros didáticos da disciplina de Ciências, publicados entre os anos 1952 e 2012. O tema só começou a aparecer nos livros didáticos na década 1970. Na década de 1990, apareceu muito a questão do sexo relacionado à prevenção da Aids e da gravidez na adolescência. Inclusive o tema da masturbação começou a aparecer nos livros didáticos ”. Nos anos 2000, foi mantida, segundo a pesquisadora, a tônica da década anterior, com a abordagem de assuntos como para que serve o sexo, a diferença da prática sexual do ser humano em comparação aos outros animais, prazer, amor, afeto. “ Já fomos mais modernos nessa questão. Na década de 1990, os livros falavam mais abertamente sobre atos sexuais. No ano passado, o presidente Jair Bolsonaro chegou a afirmar que “ quem ensina sexo para a criança é o papai e a mamãe ”. Pesquisa interna do MEC, tornada pública no começo de fevereiro, revelou que a maioria dos brasileiros e brasileiras concorda que questões de gênero e sexualidade façam parte do currículo escolar. Levantamento do instituto Datafolha, divulgado no começo deste ano, também mostrou que a maioria da sociedade apoia a educação sexual em sala de aula. A educação sexual também é uma questão cercada por desconhecimento e ideias equivocadas. Se os pais e a escola não explicam, a criança vai aprender de qualquer forma, na rua, com amigos, pela internet e, muito provavelmente, vai ter uma visão promíscua do sexo, uma visão negativa ”. A especialista acrescenta que a educação sexual desempenha papel determinante na prevenção da gravidez na adolescência, no combate ao abuso sexual, machismo, sexismo, violência e preconceitos, além de ajudar no desenvolvimento da afetividade. “A educação sexual é importante para que a criança e o adolescente sejam sujeitos do seu corpo e da sua sexualidade, com liberdade e responsabilidade”.
O plano de aula aplicado em sala sobre sexualidade e respeito vem ser de suma importância para uma mente mais aberta e sem preconceito para com o próximo, pois o mesmo mostra como respeitar a diversidade da sexualidade e apreender o que é sexualidade, além de refletir sobre as formas de respeitar as diversidades, buscando modo de conviver com as pessoas. Além disso os alunos terão a capacidade de sobre o assunto e ouvir diversas opiniões em relação a sexualidade, e discutir sobre alguns assuntos como: porque existe banheiro unissex? Isso acarretara em um grande debate, mas provavelmente os alunos sairão dali mais ricos em conhecimento e como devemos ser mais sensatos e sempre respeitar o próximo. Acredito que a educação sexual nas escolas é de grande importância, isso acaba evidenciando a evolução que o mundo está passando atualmente, contudo poder abordar esse assunto é algo que muitos se privam ainda e que de uma maneira ou de outra o tema deve ser abordado em sala de aula.



REFERÊNCIAS: